quarta-feira, 14 de julho de 2010

Meu atestado virtual de óbito (ou a a volta dos que não foram)


Sobre ser tido como morto, pagar até pra respirar e a primeira etapa da minha viagem.

Depois de um longo período ausente eu estou de volta. Alguns já estavam me mandando mensagens perguntando se eu ainda estava viva. "Liz, cadê você? Morreu?" Não, não morri. Na verdade hoje em dia se você fica 10 ou 20 dias sem internet ou celular você é automaticamente tido como morto. E isso foi exatamente o que me aconteceu: fiquei 10 dias sem internet.
Você deve estar se perguntando: "onde essa guria foi que nem tem internet lá?". Explico. Que havia internet lá onde eu estava, isso havia, mas o fato de algo existir não quer dizer automaticamente que você tenha acesso a isso. No hotel em que eu estava hospedada você tem que pagar até se respirar mais ar do que a sua cota diária permite. Por isso decidi respirar pouco e não usar a internet pra economizar mais.
Claro que essa decisão não envolvia apenas questões financeiras. Não sei quanto as pessoas normais, mas eu tenho uma preguiça mórbida de usar Orkut ou e-mail durante viagens. Principalmente numa cidade com tantas opções de passeio como Atlanta/ Georgia. Mas as dicas de turismo ficam pro próximo post.

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