sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Tem certeza que você não está ficando louco???


HOSPITAL PSIQUIÁTRICO - O teste da banheira.
                
Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes
perguntou ao diretor: 
                
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser
hospitalizado aqui?
                
O diretor respondeu:
                
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma
colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma
que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
                
- Ah! Entendi. - disse o visitante. Uma pessoa normal usaria o
balde, que é maior que o copo e a colher.
Não! - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do
ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?-E GRITA!!  -
ENFERMEIRAAAA, TRAZ A CAMISA DE FORÇA . 

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Entre para o Facebook você também! :D

Sobre o Facebook, minha nova conta e fuxiqueiros de plantão.

Semana passada ou na anterior recebi meu milionésimo primeiro convite para ingressar na rede de relacionamentos Facebook. Metade desses convites são de pessoas que eu não faço idéia de quem sejam. E a outra metade eu já tinha no meu orkut. Ainda me perguntando se eles realmente precisavam de mais um site para conseguir falar comigo, resolvi fazer um perfil... Logo me sugeriram algumas pessoas que eu adicionei, mas já tinha todas elas no orkut.
Não cheguei a fuçar muito, mas do pouco que vi achei meio chato... Uma amiga me disse que agora eu poderia jogar vários jogos on-line (muiiiito tentador, admito! Rs). Outra me disse que pelo Facebook você fala muito mais com seus amigos do que pelo Orkut. Mesmo sem entender muito bem o por quê dessa afirmação decidi deixar pra fuçar melhor outra hora.
Finalmente conversando com minha tia pelo Skype ela me explicou algumas coisas sobre como usar o Facebook, e no mesmo dia, mais tarde, outras amigas me contaram o que elas fazem por lá. A princípio me convenceram de que era legal. Mas depois que comecei a receber notificações de tudo o que todo mundo dizia e o que o restante do mundo achava sobre o que mundo dizia, o negócio começou a me encher a paciência. Imagino que dê pra desabilitar a função de avisos por e-mail, mas como sempre, deixei pra descobrir depois (que feio!).
Só depois que comecei a notar que não faz sentido a porção de gente que ainda não tem Facebook. Explico. Metade (ou mais) das pessoas que tenho no meu Orkut são fuxiqueiras assumidas. Checam o que o Fulano recebeu de recado hoje e ainda conferem se ele já respondeu (e o que respondeu) para aquela baranga que tá dando mole pra ele pelo Orkut. Nada contra. Mas gente!, o Facebook é tão mais prático nesse caso! Você nem precisa se dar ao trabalho de ficar indo pra lá e pra cá pra descobrir essas coisas, você só tem que checar o seu News Feed e já tá tudo lá! Fala sério! Muiiiito mais prático! Continuo gostando mais do Orkut, mas meus amigos estão perdendo por não terem Facebook!
: )

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Melhor viajar sozinha do que mal acompanhada


Sobre vôos, turbulências, medos e péssimos companheiros de viagem.
Dizem que bocejo é contagioso. Bom, durante meu vôo de retorno ao Brasil eu descobri que desespero é contagiante também. Explico. Meu itinerário de volta ao Brasil incluía escala em Atlanta – GA. Então fiz um vôo de aproximadamente 2 horas de Newark – NJ até o Aeroporto Internacional de Atlanta. Como já pôde ser observado em posts anteriores eu não sou uma pessoa muito medrosa (Tá! não mais...). Ou pelo menos eu tentei passar essa imagem (vai que cola...). Mas eu tenho que admitir que não me sinto muito confortável com pousos e decolagens. E no dia do vôo de conexão foi igual a sempre. Depois de um pouco de frio na barriga durante a decolagem eu relaxei e até me distraí tentando me conectar à rede Wi-fi do avião (que como sempre era paga: “deixa quieto, tenho internet de graça em casa...”).
O momento tenso mesmo só veio ao fim do vôo. O piloto avisou que estávamos nos preparando pra pousar (“diga por você! Porque eu vou demorar um pouco mais para estar pronta!”). De repente começa a chacoalhação. Eu como sempre tentei manter a compostura com aquela cara de quem faz isso toda semana. Mas a verdade é que eu sempre fico achando que os comissários fazem um complô com o piloto de que mesmo que o avião esteja prestes a cair eles não vão dizer nada para, pelo menos, morrerem sem gritaria no ouvido (o que sempre me deixa com a pulga atrás da orelha: “será que tá tudo bem ou eles estão fingindo?”).
É nesse momento que eu olho para o meu lado e vejo meu companheiro desconhecido de viagem agitado olhando pela janela. Eu, com a mesma cara de extrema normalidade, finjo um tom de brincadeira na pergunta “que foi? O piloto tá perdido?”. E para o meu desespero ele me responde “não sei. Mas tem algo muito errado”.
“Nãooooooooooo!” O avião tremendo que nem britadeira e um homem de aparentemente 45 anos tendo um piripaque do meu lado! Muito reconfortante! Foram uns cinco minutos até tocar o chão, mas pareceram uma eternidade! Ao tocar o solo eu disse com o mesmo tom de tranqüilidade “É, conseguimos”. E ele complementou “não ainda. Ainda não paramos”.
“Ah sim! agora só falta o piloto não conseguir parar e a gente morrer já em terra!”, pensei. Mas apesar das turbulências, cheguei em Atlanta com vida. Mas no vôo para o Brasil já adiantei ao rapaz ao meu lado que eu não me sentia confortável durante a decolagem e o pouso. Agora ele é que me perguntou com tom de brincadeira: “então eu não posso gritar?”. “Pela minha sanidade mental durante todo o vôo, não faça!”, respondi.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Coisas que indico fazer (mas sem primas mais novas que acabam com a sua reputacao)

Sobre mais passeios com primos (agora primas), paintball e laser tag.

Meu ultimo post causou algum rebulico(c cedilha). Nao soh aqui, mas no orkut tambem. Teve ate gente jurando amizade eterna com medo de futuras retaliacoes. Nao se preocupe gente! Eu aprendi a atirar, mas nao tenho porte de arma...

Todo mundo fica achando que vai ser sempre um primo machao do exercito que vai te fazer encarar coisas assim. Bom quanto a atirar, realmente soh um primo assim pra ter fazer tomar coragem pra fazer essas coisas, mas se voce tiver primas mais novas como as minhas, voce ainda nao viu nada.
Eu nunca tinha feito Paintball porque meus amigos me falavam que quando a bola de tinta te atinge doi horrores! Eles sempre ficavam com manchas roxas depois de brincar disso... Eu, que jah ganho manchas roxas de graca por ser meio desastrada, sempre preferi nao arriscar. Ate que minhas primas vem com a ideia de fazer Laser Tag. Jah ouviu falar? O principio eh o mesmo do Paintball mas com armas a laser e um colete com duas "caixas" (traseira e dianteira) que sao o seu alvo. O local eh escuro e cheio de obstaculos e voce corre que nem um louco atras do seu oponente enquanto tenta fugir dele. Complicado! E voce acumula pontos conforme voce acerta mais o seu oponente do que se deixa ser acertado.
Me senti uma vovozinha por me sentir tao cansada no meio do jogo enquanto minha prima de 13 anos (13! Nem vou falar minha idade pra nao ficar feio!) me detonava! E depois me senti "the major loser" quando constatei no fim do jogo que eu tinha ficado em quarto lugar. Quarto lugar num jogo de quatro pessoas! Pois eh, "not easy"... mas eh assim mesmo...

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Soh para esclarecer!

Alguns estavam reclamando que nao podiam comentar por nao terem uma conta do google. Soh pra esclarecer, a sua conta no gmail jah eh uma conta google e pode ser usada aqui. :)
Se de toda forma voce nao tem uma conta como essa, agora voce pode comentar como anonimo, o que te permite postar sem ter uma conta.
Mas mesmo postando como anonimo, se voce quiser se identificar no fim da mensagem fique a vontade!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Me aguardem no proximo filme do Jason Statham






Sobre fazer coisas radicais (mesmo sem ser muito corajosa), montanhas russas e aprender a atirar.

Viginia eh o lugar para os que gostam de aventura. Sabe por que? (Acento circulflexo aqui) Em uma unica semana eu andei nas montanhas russas mais loucas que eu jah vi e ainda aprendi a atirar! Sei que parece meio arriscado atirar e andar de montanha russa, ou vice-versa, mas se voce fizer as duas coisas nao tem nada de perigoso...
Eu nuca fui muito de montanhas russas. Principlamente porque meu primeiro contato com brinquedos assim foi em torno dos oito anos no Beto Carreiro World. Eu nem lembro quao radicais elas eram, soh lembro que eu fiquei aterrorizada e nao fui em nenhuma! Mas quando voce vai para um parque de diversoes com um primo que eh da Forca Aerea Americana e que jah esteve no Iraque, se voce nao tomar jeito fica parecendo marica! E considerando que minha irma mais nova logo topou ir na montanhas russas de cara, eu tive que mostrar um pouco de coragem pra nao ficar muito feio.
Na primeira foi tudo bem. Era soh um carrinho normal, e como meu primo me ensinou: voce ve o quanto uma montanha russa eh radical pelo nivel de itens de seguranca que ela tem. Tranquilo. Segunda montanha russa: carrinho normal, mas muita chacoalhacao = enjoo. Nada que 10 ou 15 minutos depois jah nao tenha melhorado. Terceira: muito mais protecao = um pouco mais radical. Mas sobrevivi sem enjoo.
Na quarta, e mais radical, eu jah havia declarado que nao tinha jeito de eu ir nessa. Minha irma e meu primo foram sozinhos. Jah no fim da noite, depois de irmos em praticamente todos os brinquedos meu primo tenta me convencer que eu nunca mais teria a chance de ir numa montanha russa como essa, e que ir a noite seria ainda mais divertido. Eh, ele conseguiu me convencer! E olha, realmente foi a coisa mais louca que eu jah fui! Foi muito legal!
Mas se por ai jah estaria bom pra voce, ainda em Virgina, esse mesmo primo resolve que vai nos esinar a atirar! Nada muito complicado. Voce soh tem que ir a um estabelecimento bem no centro da cidade onde voce aluga a arma que quer, compra uma caixa de balas e pratica! Aham! E com o que que voce normalmente comeca? Um revolver. Mas nao com meu primo. A gente jah aprendeu atirando com uma 9mm. Um ricochete bem forte pra quem nunca atirou, e que faz voce se assustar jah no primeiro tiro! Ai redimi minha imagem. Minha irma mais nova pode ter se passado por valentona no parque, mas(coitada) na hora de atirar a pobrezinha tremia que nem vara verde e precisava usar os dois indicadores pra puxar o gatilho.
Nao quero me gabar nao, mas eu sou uma atiradora e tanto! Nao acredita? Eu tenho meu alvo comigo! Se nao fosse tao grande eu ate carregaria na carteira!
Num mexe comigo nao que agora eu to perigosa! :)

terça-feira, 20 de julho de 2010

Uma tarde em New York City

Sobre meus filmes favoritos, e a cidade onde eles se passam, e passeios pelas ruas de NY.

A cidade palco de muitos filmes Hollywoodianos, New York City. Bom, pelo menos os meus filmes favoritos se passam lá:" Homem Aranha"," Sem Reservas", "George o Rei da Floresta" e "Esqueceram de mim 2"(sim, meus filmes de infância não saíram da minha lista de favoritos) .
E falando em "Esqueceram de mim", finalmente fui ao Central Park. Não consegui encontrar nenhum dos lugares que mostra no filme (lembra da velha dos pombos?), mas vi o hotel em que o Kevin fica hospedado.
NY é uma cidade muito interessante. Pedi a (lembrando que não tenho crase) minha irmã que me ajudasse a lembrar o que vimos de mais legal em uma tarde de domingo e ela não parava de listar coisas. A grande maçã tem todo tipo de coisa: carrões por todas as ruas, mostra de carros antigos no meio da rua, lojas que aparecem nos filmes (ou nos seus sonhos), grupos de street dance dançando no meio da praça e gente de todas as partes do mundo. Acho que ninguém consegue sair de NY sem aproveitar bem o dia.
E se voce está se perguntando se eu passei por alguém famoso pelas ruas, bom, o máximo que eu vi foi um Bob Esponja bem troncho em frente a uma das saidas do Central Park. Isso conta?
Ainda vou voltar a NY soh pra ver se encontro alguém famoso. Quem sabe eu ate encontro o Michael Buble!


Central Park - New York


Plaza Hotel (o hotel que o Kevin fica)- New York


Apple Store - New York

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Dicas sobre Atlanta City


Georgia Aquarium - Atlanta/USA


Botanical Garden - Atlanta/USA


High Art Museum - Atlanta/USA


world of Coca-Cola - Atlanta/USA


Tour on CNN - Atlanta/USA


Zoo - Atlanta/USA


Georgia Aquarium - Atlanta/USA


Atlanta/USA



Sobre minha ida a Atlanta (desculpa não tenho crase) e os passeios que indico.

Em Atlanta tudo é grande, o que fez dela a cidade perfeita para o motivo que me levou até lá. Atlanta cediou a 59th General Conference of Seventh Day Adventist Church. Ou seja, o encontro mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Só o estádio onde as reuniões ocorriam já dava uma mostra de quão grande eram os lugares.
A melhor opção de turismo na cidade, a meu ver, é comprar o City Pass que inclui 6 passeios por um preço muito melhor do que se você fosse só a 4 deles.
Que passeios são esses? Mundo da Coca Cola - muito maneiro mesmo pra quem nem mesmo bebe Coca Cola. O passeio inclui filmes 3 e 4D, lojinha com milhões de coisas legais, museu da Coca Cola, exibição de propagandas antigas e atuais do refri mais conhecido no mundo e no fim da visita uma sala onde você pode provar todos os tipos de refri produzidos pela Coca em todo mundo (e confie em mim, são muitos!).
Inclui também Museu de Arte e Design, Jardim Botânico e Zoológico, lindíssimos!
Mais o tour pela sede mundial da emissora de notícias mais famosa do mundo, CNN, conhecendo um pouco dos bastidores do jornalismo televisivo.
E pra fechar com chave de ouro: o maior aquário do mundo, Gergia Aquarium - simplesmente fascinante!

Nao sou analfabeta, so nao tenho acento, til ou c cedilha

Sobre tudo o que tah no titulo

A minha primeira preocupação em relação ao blog quando eu viajasse era de que eu não poderia escrever corretamente já que no inglês não existe til, c cedilha ou acento. E não é legal postar no blog usando msn language, certo? Mas considerando que não é nada fácil encontrar um computador com esses sinais habilitados eu teria dificuldade de manter o blog atualizado.
Você deve estar se perguntando então como eu estou escrevendo agora. Arranjei uma solução temporária: pegar o celular da minha mãe emprestado e digitar o post e só depois enviar pro meu e-mail e postar. Ufa!
Mas é aqui que começa a chatisse. Eu acho que o celular da minha mãe tem alguma ligação com o Word. Isso mesmo, aquele programa do computador que você usa pra digitar trabalhos e que num passado não muito distante as pessoas usavam pra conferir como se escrevia certa palavra (mas agora todo mundo usa o Google pra isso). Explico. Toda vez que digito "bem" por algum motivo ele completa "vindo Bem-vindo" por conta própria. Ou quando digito "pq" ele completa "porque/porquê/por que/por quê" sei lá por quê ! Eu sempre odiei as correções gramaticais do Word, principalmente as que se referem a concordância (a linha verde embaixo das palavras). Se eu já me irrito se me chamam de burra, imagina se uma máquina vem pra cima de mim tirando onda de mais esperta. Mas tudo bem, todo filme de ficção científica mostra que as máquinas vão dominar o mundo de todo jeito. Mas enquanto isso não acontece eu continuo achando que o Word é mais burro que a maioria da população.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Meu atestado virtual de óbito (ou a a volta dos que não foram)


Sobre ser tido como morto, pagar até pra respirar e a primeira etapa da minha viagem.

Depois de um longo período ausente eu estou de volta. Alguns já estavam me mandando mensagens perguntando se eu ainda estava viva. "Liz, cadê você? Morreu?" Não, não morri. Na verdade hoje em dia se você fica 10 ou 20 dias sem internet ou celular você é automaticamente tido como morto. E isso foi exatamente o que me aconteceu: fiquei 10 dias sem internet.
Você deve estar se perguntando: "onde essa guria foi que nem tem internet lá?". Explico. Que havia internet lá onde eu estava, isso havia, mas o fato de algo existir não quer dizer automaticamente que você tenha acesso a isso. No hotel em que eu estava hospedada você tem que pagar até se respirar mais ar do que a sua cota diária permite. Por isso decidi respirar pouco e não usar a internet pra economizar mais.
Claro que essa decisão não envolvia apenas questões financeiras. Não sei quanto as pessoas normais, mas eu tenho uma preguiça mórbida de usar Orkut ou e-mail durante viagens. Principalmente numa cidade com tantas opções de passeio como Atlanta/ Georgia. Mas as dicas de turismo ficam pro próximo post.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Mala pronta


Sobre não ganhar na promoção talvez existente (ou não) da Nestlé, viagem aos EUA e arrumação de mala

Vou ficar sumida uns dias (ou não... mas mais provável que sim). Não ganhei nenhuma promoção da Nestlé como citei no post sobre Vacina contra H1N1 (afinal, teve promoção da Nestlé ou não??), mas estou de partida para os EUA. (E não vou precisar do cartão de vacinação contra H1N1... mas enfim!)
Não sei se estou passando mal por causa da aparente sinusite que me atacou de repente ou se é de nervosismo... o que sei é que fazer as malas deu muito trabalho! E agora há 30 min de ir para o aeroporto eu estou com a constante sensação de que estou esquecendo algo! Talvez seja por isso que eu esteja passando mal de nervoso (ou de sinusite... anyway)...
Eu queria mesmo fazer que nem o velhinho do filme "Up - altas aventuras". Levar a casa inteira seria a única solução, a meu ver, de não esquecer nada. Cortando a parte dos cachorros e tal, seria bem maneiro...
O importante é que assim que eu tiver acesso à internet lá na terra do tio Sam (nem que eu peça para usar o pc dele) eu posto algo sobre a viagem, os EUA ou qualquer devaneio sobre nada a ver com nada...
:)
See you later!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

De louco todo mundo tem um pouco...

Sobre origami, manias e um conselho pra vida toda

Cheguei em casa um dia desses toda empolgada porque uma amiga do trabalho tinha me ensinado a fazer uma estrela de oito pontas de origami. Minha irmã me jogou logo um balde de água fria dizendo que fazer origami era coisa de gente chata. Ela explicou. Toda pessoa que faz origami, de acordo com a minha irmã, é chata porque sempre que não tem nada pra fazer logo começa a fazer aquelas milhões de coisas que dá pra fazer com papelzinho colorido (coisas que a meu ver nem sempre condizem com o nome que levam. Tem um peixinho de origami que parece qualquer coisa menos peixe...) e ficam dando pras pessoas ao seu redor. Eu concordo que para alguns isso pode ser uma chatice. Fique tranqüilo que eu não sei fazer tantos tipos de dobradura a ponto de essa se tornar a minha mania...
Mas pra ser bem sincera, todos têm suas manias estranha. E muitas manias têm até um significado com base em estudos avançados em psicologia. Ou não. Dizem que quem rói unha o tempo todo é ansioso e/ou inseguro. Ou seja, se você rói unha você pode ser visto por uma boa parte da sociedade como um medroso frangote. Que triste não? Mas é verdade. (não a parte sobre ser frangote!) Pode ter certeza que a maior parte das suas manias tem impacto no que os outros pensam de você. Sem ir muito a fundo nesse oceano, só estou dizendo, por exemplo, que a maior parte das pessoas na rua devem me achar louca (e acham você esquisito/louco também! – aposto!). Explico. Eu particularmente tenho duas manias meio estranhas (visualiza mentalmente pra fazer mais efeito): eu ouço música com phone de ouvido o tempo todo e fico cantando, mas sem fazer som. Então as pessoas só me vêem mexendo a boca toda empolgada sem emitir um som. É, eu deveria parar com isso... E o segundo, e muito pior: eu faço careta o tempo todo. Isso significa: em qualquer lugar. E adoro fazer careta pelas costas das pessoas... Já falei pra minha irmã mais nova a dica para casos como esse e que pode ser aplicada a todas as manias/esquisitices: manias todos têm, só não deixe seu namorado descobrir.
Não vou fazer careta até o segundo ano de casamento. Digo, só pelas costas do meu marido.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Eu disse!!!!


Sobre Copa do Mundo, patriotismo e palpite certeiro

Primeiro jogo do Brasil. Não sei na sua cidade, mas na minha estava tudo diferente hoje. Todo mundo corria de lá pra cá pra terminar tudo antes das 15h. A correria era generalizada e mais parecia que o fim do mundo estava chegando. Mas é claro que isso não era tudo! É no di de jogo do Brasil que aparecem os figurinos mais inusitados. Mal começou a manhã de terça e além de ver uma três mil camisas amarelas por toda parte da cidade há também as perucas mal ajambradas, unhas coloridas e chapéus que vão do “ãhn?” até a crise risos incontrolável. Até chefe de setor entrou na onda. Mas lembre-se: a reportagem do último “Fantástico” disse para não sair abraçando o chefe na hora do gol, que pega mal!
E é justamente esse excesso de decoração verde e amarela, empolgação e patriotismo
(colocado entre aspas por muitos) que Copa após Copa é alvo de crítica. “Brasileiro só tem orgulho do seu país na Copa do Mundo. E se o Brasil ganhar!”. Quem nunca ouviu daí por diante? Eu concordo que o brasileiro se empolga muito. Na verdade chego a duvidar que haja algum país mais empolgado do que o Brasil em Copas do Mundo. Acho que no máximo o país que sedia os jogos pode chegar a ultrapassar a nossa empolgação. E olha lá!
Brasileiro só ama o país durante a Copa? Quer o quê? Que odiemos o Brasil durante a Copa? Brasileiro pode falar mal do seu país o ano inteiro, mas só nós podemos falar mal do nosso país! Durante a Copa do Mundo que nenhum estrangeiro venha falar mal do Brasil. Se não apanha!

E fique registrado que eu disse pra todo mundo do trabalho que ia dar Brasil 2x1 CDN. Estou ficando boa de palpite! Acho que vou até repensar sobre a possibilidade de participar do “bolão” da galera...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Meu pesadelo de infância


Sobre dentista, mais direito do consumidor burlado e radiografias odontológicas

Desde criança nunca gostei de dentistas. Não das pessoas que têm essa profissão (algumas até que são legais). Nunca gostei da profissão, da forma colo ela normalmente é exercida e tudo que ela envolve. Por isso nunca gostei do cheiro nem do barulho dos consultórios. Por que os dentistas normalmente querem conversar com você enquanto fazem o procedimento na sua boca? Aí ele te pergunta “Você é daqui do Rio mesmo ou veio de outra cidade?”. E tudo que você pode responder com o aviso dado a você previamente (“Não mexe se não vou ter que refazer tudo”) em mente é: “aham”. Eu sei que a maioria dos homens não vê problema algum nessa resposta, mas a mim incomoda profundamente já que, a meu ver, esse tipo de resposta exige uma resposta que exclui a outra possibilidade. Enfim, talvez nós mulheres estejamos redondamente enganadas.

Fora o sugador, a grande quantidade de gaze e algodão enfiada na boca, o barulho das maquininhas e o tamanho da pistola de anestesia, odeio também algumas coisas relacionadas aos atendimentos dentários. Exemplo? As radiografias. Após ter meu direito de consumidora de ser atendida em menos de 30 minutos burlado novamente, fui atendida na clínica radiológica. (Tem alguém aí sendo atendido em menos de 30 minutos?) Eu não sei quem inventou o design daquelas plaquinhas de radiologia odontológica, mas eu poderia facilmente incluir aquilo na minha lista de coisas mais odiadas na face da Terra! Quando o técnico encaixa aquela pecinha no fundo da boca e manda morder a peça plástica sai até lágrima dos meus olhos.

Mas dessa vez teve tudo isso e ainda mais. Por algum motivo todas as radiografias dessa vez estavam dando errado, e a técnica resolveu então me mostrar aonde eu deveria morder para a peça não sair do lugar. Detalhe: se aquilo vai dentro da minha boca, como vou ver onde morder corretamente? (!!) Uma hora ela me pedia pra morder forte a peça plástica para não escapar. Depois ela me pedia pra não morder (porque eu estava fazendo muita força). Isso sempre acompanhado do pedido para “relaxar a boca” (como? Se eu tenho uma placa na boca me fazendo debulhar em lágrimas!). Por fim ela me disse que eu tinha que morder menos forte do que eu mordo, mas um pouco menos fraco do que quando eu não mordo. Ah! Era só isso? Por que ela não disse antes?

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Embalagens muito sinceras


Sobre embalagens sinceras (e outras mentirosas) e relacionamento

Um dia desses eu estava comendo um biscoito que ganhei no lanchinho do ônibus de viagem (diga-se de passagem, lanches de ônibus de viagem são bem melhores do que de avião) e reparei que na embalagem dizia “foto meramente ilustrativa”. É verdade que muitas embalagens com fotos dos respectivos produtos alertam que aquela é só uma “foto ilustrativa”. Mas o que me chamou a atenção neste caso é o "meramente". É como dizer “o que você vai encontrar dentro do pacote não é nem de longe o que tá mostrando aí na fotinho ao lado”. Embalagens de pizza, lasanha ou qualquer tipo de congelado deveria ter exatamente a inscrição que acabei de citar! O conteúdo é sempre o avesso da foto da embalagem.

Mas enfim! A verdade é que seria muito mais prático se as pessoas viessem com avisos como esses."A imagem que você está vendo não corresponde exatamente ao conteúdo". Apesar de que o conceito de imagem tem mudado muito nos últimos tempos... Imagem nem mesmo está necessariamente associada a uma coisa física, real hoje em dia. Explico. Tem um filme que eu gosto muito que diz que na era digital, se você quer se sentir mais bonita você não compra uma roupa nova ou corta o cabelo, você só atualiza seu perfil.

Nada contra a internet. Mas que o sentido de conhecer alguém mudou, isso mudou sim. Se o telefone já fazia com que duas vizinhas conversassem sem terem que se encontrar, que dirá agora com a internet.

Mas tudo bem. Se alguém quiser me conhecer melhor é só me adicionar no Orkut. J

Filme: “Ele não está tão a fim de você”

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Alguém ainda escreve carta hoje em dia?


Sobre leituras, internet, loucura e preguiça

Aos 14 anos enviei uma carta ao escritor Fernando Sabino, após ler seu livro “O grande mentecapto”. Recebi um envelope algumas semanas depois com um livro dele autografado. Mandei outra carta agradecendo o livro e ele me mandou outro livro autografado. No fim foram quatro livros.
Faz sei-lá-quanto-tempo que não escrevo uma carta. Nem me lembro mais como é (como que se faz o cabeçalho de carta mesmo?). Acho que quase ninguém se lembra mais. Até mesmo o e-mail já está caindo em desuso. Só um recado no Orkut já é suficiente. Será que se minha história dos livros acontecesse hoje em dia o autor iria me mandar um e-mail com um e-book anexado?
Pra mim a internet deixou as pessoas compulsivo-neurótico-obsessivas (termo cunhado por mim, eu acho...) e preguiçosas. Explico. Quando eu tinha 11 ou 12 anos e saía sozinha ou com minha irmã pelo bairro em que morávamos, eu sempre pedia pra ela ir atrás, pois eu tinha medo de que tivesse alguém me seguindo. Se eu estivesse sozinha, eu olhava pra trás o tempo todo. (Só pra esclarecer, isso já passou!) Hoje em dia você segue e é seguido por pessoas no Twitter, nos blogs... Venci meu medo real para agora ser seguida on-line. (!)
Ainda pra completar, esses dias pedi que minha irmã (a mesma citada acima) lesse um dos posts do meu blog pra ver o que ela achava. Ela simplesmente disse que tinha preguiça de ler. Se nem minha irmã quer ler, num quero nem pensar em quantos leitores vou ter... Talvez se fosse um microblog, ou melhor, se fosse um vlog teria mais público... No fim convenci de pelo menos eu ler pra ela e ela só escutar... (!)
É por isso que não acredito em Twitter. As pessoas de hoje em dia não lêem mais. Ninguém lê nem as legendas das fotos do Orkut! Acho que da próxima vez eu vou colocar um desenho meu aqui, em vez de ficar escrevendo esse monte de bobeiras. :)

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Novas formas de burlar o código de defesa do consumidor


Sobre coisas que eu odeio, filas e código de defesa do consumidor

Existem três coisas neste mundo que odeio profundamente: trânsito, multas e filas. Trânsito eu nem preciso explicar porque, né? Odeio multas porque você paga por algo que não leva pra casa. Multas de locadora ou biblioteca, por exemplo. Você paga uma quantia por atraso de entrega, mas não leva nem o filme, nem o livro pra casa. Multa de trânsito então... nem se fala! Juntou na mesma frase duas coisas que eu não suporto! Mas fila, fila definitivamente mata aos poucos.
Hoje deveria ser proclamado dia internacional da fila. Peguei uma fila de 1h40m, depois uma pra entrar no ônibus e outra no banco pra pagar uma taxa de R$8(!).
De uns tempos pra cá têm circulado e-mails sobre o direito do consumidor de ser atendido em menos de trinta minutos. Logo comecei a reparar que ao pegar a senha no banco, por exemplo, no papel constava o número da senha e o horário em que ela tinha sido gerada. Milagrosamente passei a ser atendida sempre em menos de trinta minutos. Inacreditável.
Qual não foi a minha surpresa hoje ao notar que as duas filas acima citadas (a de 1h40m e a do banco) nada mais eram do que filas para pegar a senha! (!!)
Exatamente. No banco, por exemplo, eu peguei uma fila - totalmente empacada - só para receber a senha. O atendente que supostamente está ali para te auxiliar a retirar a senha (sim! eu sei apertar um botão)segura a fila um tempinho enquanto a fila do caixa diminuía.
Realmente fui atendida em alguns minutos depois que recebi a senha. Mas em compensação fiquei um bom tempo na fila de recebimento de senha (em ambos os casos).
Efim! Mesmo estando exausta de tantas horas em filas dos mais variados tipos, ainda tenho forças para não deixar de me impressionar com a criatividade das pessoas!

sábado, 29 de maio de 2010

Vacina contra H1N1


Sobre vacina, boatos e lendas urbanas

Um dia desses ouvi alguém dizer que a vacina contra H1N1 foi produzida com o vírus morto da Aids (!) e que se você (que tomou a vacina) fizer um teste hoje, vai ser constatado que você está com Aids (!!). Pois é! Ouvi tantos boatos sobre essa vacina, mas esse ganhou o Oscar!
Tomei a vacina no último dia estipulado para minha faixa etária porque minha mãe comentou que eu poderia precisar apresentar um comprovante de vacinação em caso de viagem internacional. Nunca se sabe... E se eu ganhar uma dessas promoções da Nestlé, ou de qualquer outra empresa, para ir assistir aos jogos da Copa na África do Sul! (Tem alguma promoção assim da Nestlé? Enfim...)
Ainda não ganhei nenhuma promoção, mas ganhei muita dor no braço, febre e enjôo no dia seguinte à vacina.
Nunca cansei de me impressionar com o poder dos boatos e como eles conseguem mexer com a opinião pública. O pior é quando esses boatos começam a se tornar lendas urbanas. Eu diria que os boatos se tornam lendas urbanas a partir do momento em que se tornam “fato” para uma grande parcela da população, ou simplesmente são tão citados no dia-a-dia, que mesmo não sendo reais, se tornam tema de discussão pra todo lado.
Como a história das crianças que estavam sendo encontradas aqui ou ali em banheiras de gelo sem seus órgãos. Lembro-me dessa lenda quando era pequena. Claro que no começo eu não a via como uma lenda. Meus colegas de escola contavam que isso tinha acontecido num bairro carioca próximo ao que eu morava. Acreditei. A princípio. Mas depois de “saber” que isso também tinha acontecido com crianças de São Paulo e da Europa (por que a Europa é citada como se fosse uma pequena cidade ou no máximo um estado?) comecei a suspeitar que talvez não fosse um bandido de verdade. Talvez fosse uma quadrilha internacional!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

"O que significa essa obra?"


Sobre novas leituras, artes visuais e significado das obras de arte contemporânea

De uns tempos pra cá tenho me interessado por alguns livros sobre psicanálise. Não por algum interesse específico (pelo menos não por interesse consciente...), mas por tê-los ao alcance das mãos. Mas frequentemente me deparo com termos bastante específicos que entravam minha leitura. Você pode pensar que um dicionário de psicologia poderia resolver esse problema facilmente, mas, particularmente, penso que é a solução ideal não é bem essa...
Quando eu era adolescente (não que eu seja muito mais velha hoje em dia) assisti três simpósios sobre criacionismo - interessantíssimos - mas se me lembro bem, só comecei a entender um pouco melhor do que estava sendo falado lá pelo terceiro...
Talvez seja por isso que muitas pessoas desistem tão facilmente de aprender algo novo, ou de se meter em novas áreas de conhecimento. Se não entendemos de imediato, logo desistimos.
Refletindo sobre essas experiências comecei a pensar no público de artes visuais. Muitos comentam que não conseguem entender arte, ou que as obras de arte não são feitas para serem compreendidas. Eis aí um comentário que sempre me traz curiosidade. Frente ao meu problema em relação aos livros psicanalíticos tenho, a meu ver, duas escolhas: resignar-me à minha falta de conhecimento nessa área, ou buscar conhecer melhor o assunto (e isso pode ser feito de diversas maneiras).
Não estou dizendo que não se possa criticar que uma dita obra não tem sentido, ou que não tenha, realmente, uma razão que está tão encoberta que só o próprio artista e seus amigos a saibam - o sentido que "só os inteligentes podem ver". Refiro-me aqui que acredito, sim, em uma formação (mesmo - e com todo o crédito - que informal) gradual em arte. Ver uma obra de arte, ou mesmo uma exposição não seria o que eu chamaria de iniciação em arte. Indico ver dez. Tente isso. Veja dez exposições com qualidade de tempo e olhar observador e veja se algo muda...


Livros que andei lendo: "Cartas a uma jovem terapeuta" - Contardo Calligaris e "Por que a Psicanálise" - Elisabeth Roudinesco

Foto: Obra "Lágrimas de São Pedro" - Vinícius S.A.